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Avaliação e acompanhamento pré e pós bariátrica

3 anos ago · · 0 comments

Avaliação e acompanhamento pré e pós bariátrica

A necessidade da avaliação psicológica para se submeter à cirurgia bariátrica é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, por meio de Resoluções que definem indicações, procedimentos e equipe. Nesse sentido, a presença do psicólogo na equipe de cirurgia bariátrica é fundamental.

Além do aspecto legal, a necessidade da avaliação psicológica antes do paciente se submeter à cirurgia bariátrica é fundamental por diversos motivos, tais como a verificação da capacidade do paciente de reorganizar os seus hábitos de vida, principalmente os relacionados à alimentação; a consciência de que a cirurgia irá afetar a percepção da imagem corporal que o paciente tem de si mesmo, acarretando assim, mudanças comportamentais e sentimentais; em síntese, as condições psíquicas do paciente para lidar com as adversidades pré e pós-cirurgia, entre outras.

O histórico de pessoas que buscam pela cirurgia bariátrica é, geralmente, marcado por diversas tentativas, sem sucesso, para emagrecer. Em muitos aspectos, o insucesso é devido ao fato de a obesidade ser uma doença crônica e de características multifatoriais. O insucesso também está relacionado ao uso métodos alternativo, sem comprovação de eficácia. Além disso, de características cognitivas, comportamentais e afetivas com relação à alimentação, que prejudicam a aderência, mesmo a tratamentos eficazes.

Nesse sentido, a cirurgia bariátrica é o último recurso de tratamento para a obesidade, isto é, quando todos os tratamentos clínicos – psicológicos, psiquiátricos, nutricionais e endócrinos, não foram suficientes. É necessário entender que a cirurgia não se trata de um tratamento estético, mas de um recurso médico para tratamento de uma doença. Isso se faz importante, pois os pacientes, geralmente, pensam apenas nos benefícios estéticos e, por isso, não se atentam para o fato de que apenas a cirurgia em si, não será suficiente para o sucesso do tratamento. É necessário empenho do paciente pós-cirurgia na mudança completa de seus hábitos de vida. Muitos pacientes, após realizarem a cirurgia, abandonam as consultas e voltam a engordar.

Por isso o acompanhamento correto é o resultado de sucesso na cirurgia.

Faça acompanhamento.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO – Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado

http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/55633/avaliacao-psicologica-antes-da-cirurgia-bariatrica#ixzz43GLgzZHm

Cíume Patológico – Síndrome de Otelo

3 anos ago · · 0 comments

Cíume Patológico – Síndrome de Otelo

Otelo, o mouro de Veneza é personagem principal do romance do famoso britânico Willian Shakespeare, que conta a história de um homem que ama demais a esposa e que convencido de sua infidelidade, acaba a matando para logo após descobrir a inocência dela.

O conto de Shakespeare traça muitos paralelos com a nossa vida cotidiana. Nenhum relacionamento esta livre das desconfianças e das tentações que o mundo oferece, ainda mais nos dias de hoje em que o apelo sexual esta em cada esquina. Porem existem pessoas que passam dos limites nas desconfianças e qualquer indicio, por mais absurdo que seja, é uma prova cabal da traição do parceiro. De fato, não são todos os relacionamentos que terminam em morte como o caso de Otelo, mas o crime passional, tem aumentado, vemos na TV vários casos de assassinatos ligados a términos de relacionamentos e traições.

Vamos falar um pouco do ciúme patológico, algo que movimenta grande parte dos casos de procura por terapia.

O ciúme patológico é definido como a persistente idéia de que o parceiro (a) possui outros relacionamentos, não importando qual seja a realidade da relação amorosa, pois a sensação é que a relação afetiva esta em constante ataque por parte de outras pessoas. Nesse sentido, a pessoa com ciúme patológico interpreta tudo no ambiente como uma prova da infidelidade do parceiro, já que a todo momento o sentimento é de que o relacionamento corre perigo.

Dizem que o ciúme é algo natural e esperado de qualquer relacionamento, afinal, quem gosta cuida e quer proteger o relacionamento e a pessoa amada. Não existe uma escala que nos diz quando o ciúme passa de “normal” para patológico, mas podemos perceber que o ciúme patológico causa intenso sofrimento para o casal, para o ciumento por que tudo vira uma prova clara da traição e para o parceiro que precisa se submeter a questionários, brigas, controles de todas as formas e todos os passos que dá e em alguns casos pode ter sua integridade física ameaçada.

A Síndrome de Otelo é diagnosticada quando existem sintomas e sinais específicos e em conjunto. Podemos dizer que as principais características dessa síndrome inclui: ter o controle do pessoa amada, checar contas de telefone, ler e-mails particulares, vasculhar bolsos, agendas, contas de cartão de crédito, contratar detetives, seguir a pessoa, telefonemas constantes, implicar com roupas que o outro use, implicar com amigos (as) e até mesmo parentes, não permitir que o parceiro saia desacompanhado, enfim… os exemplos são muitos.

É importante ressaltar que a pessoa que sofre do ciúme patológico fundamenta suas ações em distorções e falsas interpretações da realidade. Quando o ciúme ameaça a integridade do relacionamento e qualquer estimulo é interpretado como uma prova de traição, por mais irracional e absurdo que sejam os argumentos usados pelo ciumento, então é preciso ficar atento.

Quando existe agressão física e ameaças de diversas ordens, o relacionamento não tem mais chances de se tornar saudável sem a ajuda profissional de um terapeuta treinado para tal.

Quem se envolve com um ciumento patológico vive em constante ameaça, cobranças, brigas e precisa se justificar de tudo que faz a todo o momento. É um tipo de relacionamento penoso e desgastante, transtornos de ansiedade e depressão costumam se instalar na vitima do ciumento.

A vitima perde a identidade e a paz ( isso quando não perde a vida ), podemos citar o caso de Eloá Pimentel que foi mantida refém por 68 horas e morta por Lindenberg Alves em 2008, enfim, existem muitos exemplos do ciúme patológico que terminaram com a morte do ciumento ou da vitima do ciumento.

As terapias de abordagem comportamental ( Analise do Comportamento ) e Cognitivo Comportamental ( TCC ) são as mais indicadas possuindo estudos e pesquisas de alto grau de evidencia cientifica, atestando que de fato funcionam.

O ciúme patológico ou Síndrome de Otelo é um problema que existe há séculos e que afeta milhões de pessoas no mundo todo. É um problema tratável e com grandes possibilidades de melhora quando realizado por um profissional qualificado e devidamente treinado no manejo de situações de conflito causadas pelo ciúme patológico.

Fonte: http://www.psicologiaeciencia.com.br/sindrome-de-otelo-o-ciume-patologico/

Compulsão alimentar e outras compulsões

3 anos ago · · 0 comments

Compulsão alimentar e outras compulsões

As compulsões, comportamentos compulsivos ou aditivos são hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia. São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente.

Diz-se que esses comportamentos compulsivos são mal adaptativos porque, apesar do objetivo que têm de proporcionar algum alívio de tensões emocionais, normalmente não se adaptam ao bem estar mental pleno, ao conforto físico e à adaptação social. Eles se caracterizam por serem repetitivos e por se apresentarem de forma freqüente e excessiva. A gratificação que segue ao ato, seja ela o prazer ou alívio do desprazer, reforça a pessoa a repeti-lo mas, com o tempo, depois desse alívio imediato, segue-se uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a gratificação inicial (o reforço positivo) permanece mais forte, levando a repetição.

Por exemplo:

  1. Se a pessoa é acometida pela ideia (contra sua vontade) de que está se contaminando através de alguma sujeita nas mãos, terá pronto alívio em lavar as mãos. Entretanto, se tiver que lavar as mãos 40 vezes por dia, ao invés de adaptar essa atitude acaba por esgotar.
  2. Se a pessoa é acometida pela ideia de que seus pais sofrerão algum acidente fatal, poderá conseguir alívio da angústia gerada por esses pensamentos se, por exemplo, bater 3 vezes na madeira… Mas tiver que bater na madeira 40 vezes por dia, ao invés de aliviar, essa atitude acaba por constranger e frustrar.
  3. Se a pessoa tem um pensamento incômodo de que aquilo que acabou de comer poderá engordá-la, terá alívio dessa sensação provocando o vômito, ou tomando laxantes….

Causas

Não há uma causa bem estabelecida para a ocorrência de comportamentos compulsivos. Pode-se falar em vulnerabilidades e predisposições, seja de elementos familiares, tais como os hábitos consequentes à extrema insegurança e aprendidos no seio familiar, seja por razões individuais e relacionados às vivências do passado e a ao dinamismo psicológico pessoal, seja por razões biológicas, de acordo com o funcionamento orgânico e mental.

Assim, comportamentos compulsivos ou aditivos podem ser entendidos como atitudes (mal-adaptadas) de enfrentamento da ansiedade e/ou angústia, trazendo conseqüências físicas, psicológicas e sociais graves. Algumas pessoas apresentam comportamentos com caráter compulsivo, que levam a conseqüências negativas em suas vidas, como por exemplo, recorrer ao uso abusivo do álcool, das drogas, à fuga do convívio social, ao hábito intempestivo do vômito e às mais variadas atitudes.

Essas pessoas podem ainda comprar compulsivamente, sem levar em conta o saldo bancário, comer compulsivamente, mesmo quando não se tem fome, jogar, praticar atividades físicas em excesso, etc.

Tipos de Compulsões mais comuns

Comprar Compulsivo

Assim como os demais comportamentos compulsivos ou aditivos, o comprador compulsivo é, praticamente, um dependente do comportamento de comprar, precisando fazê-lo sem limites para se sentir bem, pelo menos bem naquele momento (para depois arrepender-se). O comprador compulsivo acaba por consumir coisas pelo fato de consumir e não mais pela necessidade do objeto que é consumido. Ir ao shopping sem realizar algumas compras parece tornar-se quase impossível. Muitas vezes sente-se culpado, porém, como em qualquer comportamento aditivo, o mais comum é perder o controle da situação.

Entretanto, é fundamental fazer a diferença entre o simples hábito pelas compras do comportamento compulsivo às compras. “Os hábitos de consumo são mais emocionais que racionais”, afirma Dílson Gabriel dos Santos, que leciona comportamento do consumidor na USP. O professor esclarece que comprar por impulso, mas não por compulsão, é adquirir um bem por sentir uma atração instantânea pelo produto, seja por causa da embalagem, do preço ou do apelo publicitário.

Essas pessoas impulsivas pelas compras cometem as “… pequenas loucuras que se cometem ao passar pelas gôndolas de supermercados”, diz. “Leva-se uma garrafa de bebida, um iogurte ou um pacote de biscoitos a mais”, observa. Já o compulsivo vai às compras como um viciado que sai de casa para jogar ou em busca das drogas, e a compulsão acaba sendo uma atitude que exclui logo o prazer pela aquisição do novo produto.

Trabalhar Compulsivo

Com o objetivo de vencer profissionalmente, ganhar dinheiro, sobressair-se socialmente, tem sido glorificado pelo sistema cultural que a pessoa procure dar o melhor de si trabalhando. O trabalho pode ser utilizado como uma ocupação mental capaz de tomar o espaço de outros sentimentos ou pensamentos mais difíceis de serem vivenciados. Quando a atividade funciona como uma forma de esconder-se, fugir ou não ter que sentir ou pensar em outros problemas, enfim, quando alivia a angústia da vida de relação, o trabalhar pode tornar-se compulsivo, constante, enfim aditivo.

Neste caso, o trabalhar perde sua função natural passando a ser prejudicial ao bem estar físico, familiar psicológico e social do indivíduo. Na compulsão pelo trabalho a pessoa vai de casa para o trabalho, do trabalho para a casa, excluindo-se de sua vida as opções do lazer, as pausas nos finais de semana, o convívio descontraído com a família, etc. A pessoa com compulsão pelo trabalho freqüentemente exige dos outros o mesmo ritmo que tem para si, costuma criticar demais esses outros, exige perfeição, dedicação e devoção ao trabalho, tal como elas próprias se comportam. E o próprio compulsivo para o trabalho sofre com sua situação.

Normalmente são pessoas severas, isoladas, inflexíveis, perfeccionistas, amargas e exageradamente “realistas”. Por causa dessas características os workaholics racionalizam tudo na vida, ocultam seus próprios sentimentos, têm um contato mínimo com eles próprios e mantêm abafados seus conflitos íntimos. Para essas pessoas o trabalho é seu escudo protetor e, melhor que isso, trata-se de uma atitude fortemente enaltecida pelos valores sociais. Mas, na realidade, o workaholic também sofre, normalmente é um insatisfeito consigo mesmo, alimenta a fantasia de ser potente e meritoso. Na verdade, toda essa voracidade para o trabalho pode estar aliviando sentimentos de angústia por se acreditar um pai omisso ou uma mãe ausente, um companheiro fugidio, etc.

Comer Compulsivo

Os transtornos alimentares constituem uma verdadeira “epidemia” que assola sociedades industrializadas e desenvolvidas acometendo, sobretudo, adolescentes e adultos jovens. Vivemos em uma sociedade na qual existe o culto da magreza. Assim, comer, um comportamento universalmente tido como prazeroso, torna-se alvo de preocupação de muitas pessoas. Como usufruir deste prazer sem sentir-se fora dos padrões sociais de saúde e beleza? Quais serão os sintomas dessa epidemia emocional? De um modo geral, o pensamento falho e doentio das pessoas portadoras dessas patologias se caracteriza por uma obsessão pela perfeição do corpo. Na realidade, trata-se de uma “epidemia de culto ao corpo”.

Essa “epidemia” se multiplica numa população patologicamente preocupada com a perfeição do corpo e que está sendo afetada por alterações psíquicas caracterizadas por distúrbios na representação pessoal do esquema corporal. Os transtornos alimentares vêem aumentando sua incidência perigosamente e já começa a alarmar especialistas médicos, sociólogos, autoridades sanitárias. Essa busca obsessiva da perfeição do corpo tem várias formas de se manifestar e, algumas delas, diferem notavelmente entre si. Existem os transtornos alimentares mais tradicionais, que são a anorexia e bulimia nervosa mas, não obstante, existem outros que se estimulam e desenvolvem na denominada “cultura do esbelto”.

Todos estes transtornos alimentares compartilham alguns sintomas em comum, tais como, desejar uma imagem corporal perfeita e favorecer uma distorção da realidade diante do espelho. Isto ocorre porque, nas últimas décadas, ser fisicamente perfeito tem se convertido num dos objetivos principais (e estupidamente frívolos) das sociedades desenvolvidas. É uma meta imposta por novos modelos de vida, nos quais o aspecto físico parece ser o único sinônimo válido de êxito, felicidade e, inclusive, saúde.

Fonte: http://www.cerebromente.org.br/n15/diseases/compulsive.html

Dependência Emocional ou Co-dependência

3 anos ago · · 0 comments

Dependência Emocional ou Co-dependência

O que é Dependência Emocional ou Co-dependência?
Co-dependência, Dependência Emocional ou Dependência Afetiva, é a inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis com os outros e consigo mesmo, resultando em Relacionamentos Difíceis, Desgastados ou Destrutivos. Aqui você saberá quais são os principais sintomas, se você vive este problema e como tratar este transtorno que pode ser grave e gerar sérios prejuízos à saúde e a todas as áreas da vida.

Alguns Sintomas:

  • Cuidados excessivos com o outro – preocupação constante, necessidade compulsiva de ajudar o outro, antecipando as necessidades dele, assumindo responsabilidades por ele e deixando o próprio cuidado de lado;
  • Baixa autoestima – culpa-se por tudo, auto-exigência e autocrítica exagerada, sente-se envergonhado e inferior aos outros, contenta-se com muito pouco, com “migalhas de amor”;
  • Repressão das emoções – reprime seus sentimentos e vontades, de tal modo que, com o tempo, perde o contato;
  • Controle compulsivo – necessidade de ter sempre o controle de si mesmo, das situações, do relacionamento, do outro, tentando mudá-lo;
  • Ciúme doentio – enorme insegurança, pensamentos constantes de ruminação pelo medo de ser traído ou de ser abandonado, comportamentos e discussões na tentativa de controlar os comportamentos do outro;
  • Negação – mente para si mesmo, finge que os problemas não existem ou não são graves, não enxerga e enfrenta os problemas que estão acontecendo na relação, pensa que um dia tudo vai melhorar “do nada”;
  • Vive oscilando entre o céu e o inferno – oscila entre gostar e sentir-se magoado e com raiva do outro, ou seja, ora se sente bem na relação e ora se torna vítima e age como o algoz, cobrando posturas de forma pesada e agredindo o outro;
  • Acredita que depende do outro – procura desesperadamente amor e proteção fora de si mesmo, não consegue ficar só, sente-se ameaçado pela perda do outro, sente que necessita do outro pra ser feliz;
  • Comunicação disfuncional – não expressa abertamente seus sentimentos e pensamentos, a comunicação não é honesta e franca; não consegue ter bons diálogos e discutir objetivamente os problemas; iniciativas de diálogo se tornam discussões áridas.
  • Dificuldades sexuais – usa o sexo para conquistar, segurar e ganhar a aprovação do outro; tenta manipular e controlar o outro através do sexo; fazem sexo quando não querem; com pouco ou nenhum prazer, etc.
  • Envolvimento com pessoas complicadas – escolhe parceiros indisponíveis, indecisos, de classe socioeconômica inferior, agressivos, distantes, que sugam e pouco doam, irresponsáveis, mal-caráter, que também apresentam transtornos psicológicos como dependências (de álcool, de outras drogas, de jogos, etc.). Por isto, tem decepção amorosa, sofre muito por amor, experimentando uma vida amorosa insatisfatória.

Estes sintomas e outros contribuem para Padrões de Relacionamentos Destrutivos.

Origem

O termo Co-dependência teve origem nos estudos com a Dependência química e foi atribuído aos familiares, partindo do princípio de que os familiares de dependentes químicos também apresentariam uma dependência, não das drogas, mas Dependência Emocional ou uma preocupação constante e fixa no dependente. Posteriormente, tornou-se claro que não é necessário conviver com um dependente químico para sofrer de Dependência emocional.

Causas da Co-dependência

A maior parte dos co-dependentes vem de famílias disfuncionais, conflitivas, que demonstraram significativa fragilidade emocional e, por isto, contribuíram para o desenvolvimento e instalação da dependência emocional entre seus membros. Em geral, o co-dependente viveu pouco amor, amparo, aceitação, segurança, coerência e harmonia familiar. Em muitos casos, houve rigidez de regras e críticas excessivas, abusos, violência psicológica e até física. Portanto, de modo geral, a pessoa desenvolve a Co-dependência a partir da infância.

Pesquisas

Os resultados de uma pesquisa recente realizada no Brasil, pela Unifesp mostram que, em média, 9 pessoas são afetadas pelo impacto de um dependente químico e estima-se que pelo menos 28 milhões de pessoas vivam hoje no Brasil com um dependente químico. A pesquisa aponta também que, além da resistência do dependente químico em aceitar o tratamento (52% dos casos), o comportamento/atitude da família (11%) é a segunda maior dificuldade encontrada no tratamento. Convivendo com sentimentos opressores como tristeza (28%), impotência (26%), dor, angústia, raiva, desespero, culpa, pena, decepção, solidão e medo. Este impacto corresponde aos vividos por familiares de doentes terminais.

Autora: Dra. Elizabeth Zamerul Ally, médica psiquiatra

Depressão

3 anos ago · · 0 comments

Depressão

A terapia Cognitiva visa corrigir padrões distorcidos de pensamentos e comportamentos. O objetivo principal é detectar e alterar atitudes que restringem as atividades sociais, de lazer, profissionais e melhorando assim sua qualidade de vida, contribuindo para que o paciente desenvolva um maior sentimento de autoconfiança e independência para lidar com situações adversas de seu cotidiano, resultando em considerável aumento da auto-estima.

Através de pesquisas (Aaron T. Beck – 1961,1963 e Beck – 1976,1979) houve a constatação de que as experiências pessoais nos levam a formar pressupostos sobre nós mesmos e sobre o mundo. Tais pressupostos compõem nosso sistema de crenças que determinam o sentido que damos às ocorrências de nossa vida atual. Formam-se então os chamados pensamentos automáticos, que invadem a mente da pessoa, em geral associados à emoções desagradáveis. Estes pensamentos interferem nas interpretações de experiências atuais, previsões sobre eventos futuros, ou lembranças de fatos passados.

Na TCC o psicólogo vai lhe ajudar a desconstruir essas crenças, visando a melhora da qualidade de vida do paciente.

> Sintomas comuns
> Perda de energia ou interesse.
> Dificuldade de concentração.
> Alterações do apetite e do sono.
> Lentificação das atividades.
> Sentimento de pesar ou fracasso.
> Dificuldade de tomar decisões.
> Dificuldade para iniciar tarefas.
> Irritabilidade ou impaciência.
> Inquietação.
> Achar que não vale a pena viver.
> Chorar à-toa ou Dificuldade para chorar.
> Sensação de que nunca vai melhorar.
> Dificuldade de terminar as coisas iniciadas.
> Sentimento de pena de si mesmo.
> Persistência de pensamentos negativos.
> Sentimentos de culpa injustificáveis.
> Boca ressecada, constipação, perda de peso e apetite, insônia, perda do desejo sexual

Distimia

3 anos ago · · 0 comments

Distimia

Distimia é uma forma crônica de depressão, porém menos grave do que a forma mais conhecida da doença. Com a distimia, os sintomas de depressão podem durar um longo período de tempo – muitas vezes, dois anos ou mais.O paciente com distimia pode perder o interesse nas atividades diárias normais, se sentir sem esperança, ter baixa produtividade, baixa autoestima e um sentimento geral de inadequação. As pessoas com distimia são consideradas excessivamente críticas, que estão constantemente reclamando e são incapazes de se divertir.

Só no Brasil existem cinco a 11 milhões de pessoas que sofrem desse mal, de acordo com a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA).

Sintomas de Distimia

Os sintomas da distimia são os mesmos da depressão maior, mas em menor número e menos intensos. Os sinais podem incluir:

  • Tristeza ou humor deprimido na maior parte do dia, ou quase todos os dias
  • Perda de prazer nas atividades que antes eram agradáveis
  • Grande mudança em peso (ganho ou perda de mais de 5% do peso dentro de um mês)
  • Perda ou aumento do apetite
  • Insônia ou sono excessivo quase todos os dias
  • Inquietação
  • Fadiga ou perda de energia quase todos os dias
  • Sentimentos de desesperança, inutilidade ou culpa excessiva quase todos os dias
  • Problemas de concentração, que ocorrem quase todos os dias
  • Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio, plano de suicídio ou tentativa de suicídio.

As pessoas com distimia também apresentam altas taxas de faltas no trabalho, comparáveis as taxas de abstenção pode cardiopatias – uma das causas mais comuns no mundo inteiro.

Em crianças, a distimia pode ocorrer juntamente com o TDAH, distúrbios de comportamento ou de aprendizagem, transtornos de ansiedade ou deficiências de desenvolvimento. Exemplos de sintomas distimia em crianças incluem:

  • Irritabilidade
  • Problemas de comportamento
  • Mau desempenho escolar
  • Atitude pessimista
  • Habilidades sociais pobres
  • Baixa autoestima.

Sintomas distimia geralmente vêm e vão ao longo de um período de anos, e sua intensidade pode mudar ao longo do tempo. Quando a distimia começa antes dos 21 de idade, ele é chamada de distimia de início precoce. Quando começa depois disso, ele é chamada de distimia de início tardio.

Fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/temas/distimia

Estresse

3 anos ago · · 0 comments

Estresse

Como evitar e tratar

 
É bom lembrar que estresse todo mundo tem, mas até certo ponto. No dia-a-dia, situações diversas apresentam-se para as pessoas, que se adaptam a elas. “É preciso ter estresse para poder viver. O problema é quando ele se torna excessivo, quando supera a capacidade de adaptação da pessoa ou quando ele persiste por muito tempo”, alerta a psicóloga.
 

 Algumas atitudes simples podem evitar ou amenizar o estresse:

>  dormir direito
>  cuidar da saúde
>  alimentar-se de forma saudável
>  fazer atividades físicas
>  proporcionar-se momentos de prazer
>  refletir sobre a maneira de lidar com as situações e buscar mudanças
 
“Se com esses cuidados a própria pessoa não conseguir controlar os níveis de estresse, deve procurar ajuda profissional”, aconselha a profissional.
 

 Três procedimentos ajudam a tratar o estresse:

>  identificar os estressores
>  aumentar a resistência pessoal a ele
>  quando for possível, eliminá-lo
 
Quão estressante é um fator depende sempre do fator em si e da forma que a pessoa lida com ele.
 
Já os estressores internos, aqueles que são resultado de características de personalidade, requerem um trabalho maior. Quando o jeito de lidar com as coisas é problemático, é aconselhável procurar um psicólogo.

Fobia social / Timidez

3 anos ago · · 0 comments

Fobia social / Timidez

 

A Fobia Social, também chamada de Transtorno de Ansiedade Social, é uma categoria diagnóstica recente e anteriormente negligenciada, por ser, muitas vezes, confundida com uma simples timidez. A diferença é que ela é extremamente incapacitante e provoca bastante sofrimento e prejuízo na rotina diária da pessoa que sofre com esse transtorno.

Segundo o DSM-IV (APA, 1994), a fobia social caracteriza-se por temor acentuado e persistente a situações sociais ou de desempenho em que a pessoa se sente exposta a desconhecidos, ou a um possível escrutínio ou avaliação dos outros, por medo de resultar em embaraços. Entre os medos que se manifestam estão os de parecer ridículo ou tolo, de ser o centro das atenções, de cometer erros e de não saber o que se espera dela.

Na maioria das vezes, há evitação das situações ou desempenho em público; quando não há a evitação, a exposição a esses estímulos produz uma resposta imediata de ansiedade (que pode assumir a forma de um ataque de pânico situacional ou ser manifestada através de rubor facial, tremor e sudorese), mesmo a pessoa tendo consciência que esse medo é excessivo ou irracional.

Fonte: https://psicologado.com/abordagens/psicologia-cognitiva/o-tratamento-cognitivo-comportamental-da-fobia-social-uma-revisao © Psicologado.com<http://psicologado.com>

Infertilidade

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Infertilidade

Um casal com dificuldades de reprodução, nos dias de hoje, dificilmente não é confrontado com essas novas técnicas reprodutivas, as quais possibilitarão realizar o sonho de ter um filho. A infertilidade sempre existiu, mas, provavelmente, está mais em evidência graças ao progresso da ciência e da tecnologia. O projeto de filhos, de constituir uma família são aspectos ainda muito valorizados na sociedade moderna. Apesar dos novos papéis que a mulher vem ocupando na sociedade contemporânea, a imagem associada à mulher-mãe ainda é muito valorizada.
Esse desejo de filhos, família, de reprodução, de continuidade, entre outros significados simbólicos colados à procriação de seres humanos, é o que vem legitimando a proposição de uma série de inovações biotecnológicas, surgidas de forma contínua no campo da medicina reprodutiva.
O projeto parental, em caso de não se concretizar, significa um rompimento dos afetos colocados nos filhos desejados. A perda da fertilidade, e de uma criança que ainda não foi concebida, não é um evento socialmente reconhecido pela sociedade. Não existem rituais que legitimem a dor de um casal infértil pela criança que ainda não foi concebida, transformando-se a infertilidade em um luto silencioso e solitário de quem não consegue conceber um filho. Como esse momento de infertilidade não é previsto, a não ser em situações especiais, a maioria dos homens e das mulheres não estão preparados para enfrentar esse diagnóstico, mesmo que este seja transitório.
O casal passa por um período de reavaliação e reorganização do seu projeto de vida, em função desta incapacidade de serem pais. Geralmente, desencadeia-se uma situação de crise em que muitos casais têm dificuldades para desenvolver mecanismos adequados para lidar com uma perda, temporária ou permanente, da possibilidade de ter um filho biológico.

Insegurança emocional, ciúmes

3 anos ago · · 0 comments

Insegurança emocional, ciúmes

Insegurança é um sentimento mal-estar geral ou nervosismo que pode ser desencadeado pela percepção de si mesmo ser vulnerável de alguma forma, ou um senso de incapacidade ou instabilidade que ameaça a própria autoimagem ou ego.

 Uma pessoa que é insegura não tem confiança em seu próprio valor e em uma ou mais de suas capacidades, não tem confiança em si mesma ou em outros, ou teme que um estado positivo presente seja temporário e irá decepcioná-la e causar-lhe perdas ou sofrimento por “dar errado” no futuro. Este é um traço comum, o qual difere apenas em grau entre as pessoas.
Isto não pode ser confundido com humildade, a qual envolve reconhecer as próprias limitações mas ainda mantendo uma dose saudável de autoestima. Insegurança não é uma avaliação objetiva de sua própria habilidade mas uma interpretação emocional, já que duas pessoas com as mesmas capacidades podem ter níveis totalmente diferentes de insegurança.
Insegurança pode ajudar a causar timidez, paranoia e retraimento social, ou alternativamente pode encorajar comportamentos compensatórios tais como arrogância, agressão ou bullying em alguns casos.
O fato de que a maioria dos seres humanos são emocionalmente vulneráveis e tem a capacidade de se machucar implica que a insegurança emocional poderia ser meramente uma diferença de consciência.
A insegurança tem muitos efeitos na vida de uma pessoa. Existem muitos níveis. Quase sempre causa algum grau de isolamento como uma típica pessoa insegura se retira do meio até certo ponto. Quanto maior a insegurança maior o grau de isolamento. A insegurança está geralmente enraizada nos anos da infância da pessoa. Como ofensa e amargura, ela cresce em camadas, se tornando muitas vezes uma força imobilizadora que define um fator limitante na sua vida. A insegurança rouba por graus; o grau ao qual está entrincheirado iguala o grau de poder que ela tem na vida da pessoa.
Como a insegurança pode ser angustiante e parecer ameaçadora à psiquê, ela geralmente pode ser acompanhada por um tipo de personalidade controladora ou esquiva, como mecanismos psicológicos de defesa.
A insegurança pode ser superada. Exige tempo, paciência e uma compreensão gradual de que o seu próprio valor é puramente uma questão de perspectiva (ou opinião subjetiva de si mesmo) e, enquanto pode ser verdadeiro que a insegurança pode surgir de preocupações relacionadas à realidade objetiva, isto não é de forma alguma uma necessidade, mas mais uma tendência.
 Fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Insegurança_emocional